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CONTO EROTICO PART 2


Episódio 2 - Voltando da praia

(...)
O dia seguinte, ainda na praia, foi praticamente arrumando as coisas para ir para casa.
Levamos muitas coisas e tinhamos que desmontar as barracas, arrumar redes de pesca, roupas, comidas que sobraram, etc.
Meu pai tinha trocado de sunga, agora estava com uma sunga um pouco mais apertada, verde-petroleo, marcava um pouco mais aquela vara grande o mole e entrava um pouco no rego desenhando aquela bundinha durinha.
Eu também tinha trocado, agora estava com uma cinza clara. Nossas sungas são estilo sungão.
De vez enquando, eu dava uma olhada para o volume do meu pai e ele nem se ligava. Continuava a trabalhar para carregar a caminhonete.
Os amigos do meu pai estavam junto de suas mulheres arrumando suas coisas.
Foi um dia praticamente sem nos aproximar. Um rápido cumprimento e comentario as vezes.
Mais ou menos as 16:00 horas, nos reunimos para comar um café rápido para seguir para casa. 
Meu pai estava todo suado e algumas gostas escorriam pelos gomos do seu abdomem até chegar a sunga. Sua vara estava mole para o lado direito e balançava quando caminhava.
Meu pau estava meia-bomba só em ficar conversando com ele.
Ele, como de costume, toma café em pé e estava na minha frente.
Eu estava sentado e olhava para cima quando ele se dirigia a mim. As vezes descia o olho por aquile peito e abdomem até o seu volume.
Meu pai sabe que é gostoso e sempre fica em um jogo de sedução, tanto com os amigos quanto as mulheres. É o jeito dele.  Ele conversa, passa a mão no abdomem, dá uma arrumada no pau , passa a lingua em seus labios enquanto escuta alguem falar com ele. Olha para a boca da pessoa quando ela fala parecendo que quer provar. 
Sua cara de safado encanta a todos. Suas maos sao grandes e veiadas. Herdei isso dele também.
Bom...então, terminamos de guardar as coisas do café e entramos na caminhonete.
Ele foi dirigindo, eu, ao lado dele e um dos amigos ao meu lado direito.
As 3 mulheres e o outro amigo foram atrás, na carroceria.
A caminhonete é um utilitário da wolks, com um banco único na frente, estilo caminhão mas para cargas menores. Foi comprada especialmente para fazer o que ele mais gosta: Acampar e pescar.
Meu pau estava, propositalmente, para o lado esquerdo pois já tinha visto que a vara do meu pai estava para o lado direito. A viagem é longa mas sabia que iria passar num piscar de olhos. Tudo que é bom dura pouco mesmo.
Quando fomos acampar, não fui ao lado do meu pai e agora, não iria perder a oportunidade de encostar nele. 
Como eram 3 homens grandes na frente, tinhamos que arrumar os ombros em posicao estrategica para caber.
Meu pai tinha que ficar levemente para frente. Eu, como tenho os ombros mais largos, tive que ficar encostado no banco e ficava atrás do ombro do meu pai e de seu amigo.
Eu e meu pai estavamos sem camisa e de sunga, ainda. Já o amigo do meu pai tinha colocado uma camisa.
O suor do meu pai tinha cheiro de macho. Ele encostou em mim e comecei a ficar com o pau meia-bomba.
Aquele balanço fazia com que minha coxa roçasse na dele. Sentia aqueles pelos fortes na minha perna. Meu pau foi ficando maior para o lado e comecou a encostar na sunga do meu pai.
Percebi uma gota molhando minha sunga por tamanha excitaçao. Fiquei molhando a sunga e meu pau pulsava de vez enquando.
Eu mesmo me excitava vendo o tamanho do meu pau na sunga e roçando ao lado da sunga do meu pai.
Estava ansioso para que o pau dele ficasse duro e comecasse a encostar no meu.
Nessa hora, meu pai ainda não tinha percebido nada. O amigo muito menos.
Estavam conversando sobre os problemas que tiveram na pescaria e planejando a próxima.
A estrada estava muito ruim. Era de barro e tinha muitos buracos. Até chegar no asfalto iria demos umas 3 horas.
Naquele sacode da caminhonete, meu pau pulava em direção ao meu pai.
Eu ainda dava uma ajudinha empurrando meu quadril para encostar nele quando tinha um movimento mais brusco da caminhonete.
Dei uma arrumada no pau para ficar encostando melhor na sunga do meu pai.
Ele deu uma olhada por baixo do seu braço que estava no volante e viu o que estava lhe cutucando.
Ele voltou a olhar umas 2 vezes com uma cara de safado. Em momento algum ele olhou para meu rosto.
Logo a vara do meu pai foi lentamente crescendo em minha direção.

Aproveitei a balançada da caminhonete e grudei meu quadril ao lado do quadril dele.
Senti que o cheiro do seu suor esta ficando diferente. Mais gostoso.
Um cheiro de macho safado e mais forte.
A vara dele começou a encostar na minha.  É uma vara grossa, que parecia estar inchada, cheia de tesão.
Meu pau ja estava todo melado dentro da sunga. As cabeças dos paus ficavam roçando no balanço da caminhonete.
Meu pai falava com o seu amigo e dava umas olhadas rápidas para os nossos paus que se encostavam.
Já não sabia mais se a baba do pau era minha ou dele.
Meu pau dava umas pulsadas involuntárias, percebia que ele sentia pois retribuia com pulsadas fortes.

Eu estava louco para segurar aquela rola que marcava na sunga. Queria lamber aquele liquido que a molhava. Só pensava nisso. Nem estava prestando atenção na conversa do amigo.
Meu pai dava umas mexidas no quadril. Parecia que estava morrendo de tesão. As vezes perdia o "fio da meada" da conversa. Olhava aquela mão grande segurando na marcha da caminhonete e imaginava ele segurando ou tocando uma para mim.
Ele mexia sua perna no acelerador e freio e roçava na minha. Que tesão que é ele.
Minha mãe deveria ser muito bem comida.
As vezes, a cabeça do meu pau encostava na lateral do seu abdomem e deixava molhado.
Meu pau estava muito inchado e estava querendo explodir.
Estava tao excitado, que se gozasse, iria lavar de porra a minha sunga.
Meu pai deu uma ajeitada no seu pau e, consequentemente, moveu o meu pauque estava encostado na cabeca do seu pau .
Ele passou o mão na parte molhada da sua sunga, disfarçou, e colocou sua mão no rosto tapando o nariz e inspirou. Devia estar sentindo o cheiro de vara com tesão que estava naquela sunga.
Olhei para o pau do meu pai e percebi que pulsava. Vi que no meio da mancha molhada na sunga dele estava esbranquiçada.
Aos poucos aquela mancha foi tocando na minha sunga e passando para mim o que deveria ser um pouco de porra.
Coloquei a mao na cabeca do meu pau , que estava manchada com o que parecia ser a porra do meu pai, dei uma disfarcada, e depois cheirei. Era porra.
Meu pai estava já deixando escapar um pouco de porra do seu pau . Ele mexia o quadril e seu pau movia o meu...Era um tesão sem limites.
Nao consegui aguentar por muito tempo e meu pau comecou pulsar e inchar mais ainda.  O primeiro jato de possa encheu minha sunga. A sunga do meu pai foi molhando a cada jato forte.
Minha sunga foi molhando com um branco que emergia do tecido e escorria na cabeca do pau do meu pai. 
Meu abdomem contraia e tentei nao gemer para que nao ficasse claro o que estava acontecendo.
Meu pai olhava para frente e dava umas rapidas olhadas para o meu pau . Aquilo me deixava louco.
O cheiro de porra estava forte e agora meu pau e o pau do meu pai estavam molhados com a minha porra. Fiz tanta força para parar de gozar que meu pau continuava inchado e duro.
Meu pai estava repirando forte e seu pau pulsava de tesao. Foi quando
ele passou os dedos no seu pau com a minha porra e, disfarcadamente, levou a boca.
Logo, senti seu pau inchar e, na sequencia, começou a contrair seu abdomem gozando na sua sunga e misturando nossas porras.
Era uma porra espessa que enchia o tecido lateral da sua sunga e passava para a superficie lentamente.  Meu pau encostava na cabeça do seu pau e podia sentir o calor de sua porra.
Meu pai se distraiu e passamos em um buraco, Saltei e a porra foi molhando nossas laterais e coxas. Sentia aquele molhado meio grudento gostoso. 
Eu não aguentei e terminei de gozar. Era os 2 paus gozando juntos, um de frente para o outro. Totalmente melados de porra. Meu pai movia o quadril e esfregava mais seu pau no meu.
Foi uma gosada muito gostosa e me senti totalmente relaxado no final.   
O amigo do meu pai, que estava já dormindo, acordou com o buraco, olhou ao redor e voltou a dormir.
Eu e meu pai estavamos mudos como se estivesse curtindo a paisagem e nada tivesse acontecido. Ele só disse: "Porra, não vi esse buraco!"
Apos alguns minutos, meu pau estava meia-bomba e o dele também mas continuava inchado e doia.
Apos 1 hora e meia, aproximadamente, o amigo acordou e disse: "Porra, que cheiro de macho é esse, vo abrir mais a janela".
Meu pai retrucou dizendo: 
 - Não quiz ir com os meminas lá atras, agora aguenta, heheh.

Comecei a pensar melhor sobre o que estava acontecendo esses ultimos dias.
Estava meio confuso e só depois que passa o tesao é que relamente vi o que estava fazendo.
Era meu pai, algo que até um tempo atras, nem poderia sonhar em fazer.
Algo que foi intitulado como pecado em mina criação, o chamado incesto.
Mas então pensei, "Foda-se o incesto, nao quero pensar sobre isso".
O mundo tem muito mais pecados do que este.
Se eu ou ele não estivesse gostando do que estava acontecendo, então creio que seria pecado/proibido.
Mas eu estava curtindo e ele parecia estar pois deixava rolar as sacanagens.

Pouco tempo depois, meu pai colocou a mao dentro de sua sunga e deu uma ajeitada. Dei uma olhadinha para ver o que ele estava fazendo e o safado estava brincando com o dedo na cabeca do seu pau , devia estar curtindo o molhado da porra com o dedo.
Dava para ver os movimentos de sua mao dentro da sunga. Seu pau estava meia-bomba e inchado. O cheiro de porra e de suor me deixava excitado.
Ele entao tirou a mao de dentro da sunga molhada e ficou passando a mao no abdomem até secar. Repetiu isso umas 3 vezes.
Foi entao que resolvi fazer o mesmo para secar aquela porra pois nao tinha pano na frente da caminhonete.
Logo que molhei bem a mao dentro da sunga, meu pai falou:
    -Tiago, dá uma coçada na parte de tras das minhas costas, em baixo.

Pensei "Putz, fudeu". Entao coloquei a mao em sua lombar e perguntei, se era ali.
Ele disse que era um pouco mais embaixo. Entao fui proximo ao inicio de sua nadega e comecei a coçar.
Ele falou "Isso, assim, esse banco tá me cocando todo."
Minha mão melada foi secando em suas costas e meu pau comecou a ficar duro ao passar a mão naquele rabo duro e liso.
Quando voltei para frente, seu pau estava ficando duro também só que estava apontado para lado contrario ao meu.
Entramos na estrada de asfalto, agora a viagem seguia sem os solavancos. 
Ele deu uma disfarçada e arrumou seu pau na direção do meu.
Ele passava a mão dentro de sua sunga e secava no abdomem, seus pelos ralos já estavam ficando com porra seca.
Não demorou muito e ele segurou seu pau duro com a mão, bem próximo ao meu pau.
(Foto ilustrativa 1) 

Mexia para cima e para baixo. A cabeça do seu pau rocava e movia o meu. Ele estava praticamente
mexendo no meu pau.
Olhei para o lado e seu amigo estava dormindo.


Fui tirando a cabeça do meu pau para fora lentamente. Eu ficava olhando para o lado de fora em uma posicao que conseguia olhar meu pai mexendo em seu pau.
Fazia como se nao percebesse nada, exatamente como ele faz comigo.
Percebi que meu pai parou de mexer em seu pau e comecou a tirar a cabeça do seu pau para fora lentamente também. Demorou uns 3 minutos para tirar um pedaço da ponta para fora.
Agora estavamos encostando pau com pau. Eram duas cabecas roxas, grossas e meladas.
As vezes, um pau se distanciava do outro nas curvas da estrada e podia ver alguns fios da lubrificacao de nossos paus parecido como uma gosma trasparente.
As cabeças lisas passando uma na outra fazia meu pai mexer seu quadril de tesao.
Ele dava umas mexidas em seu pau e deslisava aquele para dentro da na minhasunga.
Em alguns momentos, minha rola entrava e mexia o seu pau para frente, entrando também no buraco de sua sunga. 
Quando isso ocorria, meu pai dava umas mexidas com a mao em seu pau parecendo querer segurar na minha vara. Passava o dedão na cabeca do meu pau.
Meu tesao só aumentava  por estar naquela situação.

O amigo acordou e quando meu pai percebeu, colocou sua mão sobre a ponta dos nossos paus que encostavam e segurou.
Fiquei imovel pois era a primeira vez que meu pai colocava a mao no meu pau em plena consiencia.
O amigo comecou a falar concosco e, se meu pai tirasse a mão de cima, ele perceberia a sacanagem que estava rolando.
A caminhonete comecou a pedir marcha(troca de marcha) e meu pai não tirava a mão de cima dos paus.
Coloquei a mão ao lado como se quisesse ajudar.
Ele trocou a marcha e agora eu estava segurando as varas, meu tesão foi a mil pois tinha certeza que meu pai estava com plena consciencia da situacao.
O amigo não parava de falar e meu pai só respondia: "Uhum, sim, uhum, é..."
Meu pau estava deixando tudo molhado e as duas pontas deslisavam na minha mao. Parecia até que eu estava tocando uma para nós.
Meu pai não aguentou e começou a gozar na minha mão.
O problema era que, nesta hora, ele estava concluindo um assunto e suas contrações atrapalhavam sua resposta.
O amigo percebeu sua voz tremida e olhou para minha mão.
Viu que estava escorrendo algo branco debaixo dela.
Olhou arregalado e aquilo me deixou com mais tesão.
Resolvi "meter o foda-se" e gosei também tocando uma para nós com a porra do meu pai servindo de lubrificação.
O volume na sunga dos 2 denunciava a situacao que ocorria por baixo de minha mão.
O amigo do meu pai ficou perplexo vendo nos gozando em sua frente. Calou-se em seguida.
Voltou a olhar para frente como se nao acreditasse.
Fiquei segurando os paus um pouco mais e lentamente coloquei cada pau dentro de suas respectivas sungas.
O clima da viagem ficou pesado pois o medo agora seria se esse amigo contasse para sua mulher e consequentimente, espalhasse a fofoca.
Agora que ja tinhamos gosado 2 vezes cada, fomos o resto da viagem aliviados e secando a porra no abdomem.
Quando chegamos em casa. Eu e meu pai saimos da caminhonete e comecamos a descarregar as coisas como se nada tivesse acontecido.
Colocamos bermudas e camisa para trabalar no descarregamento.
O Amigo do meu pai que viu foi embora com sua mulher sem falar muito.
Guardamos tudo e a vida seguiu.
Acho que fomos longe de mais e estavamos pensativos na 1 semana do ocorrido.
Depois fomos relaxando e voltei a conversar normalmente com meu pai.
3 meses depois ocorreu um outra coisa que contarei quando tiver um tempo.

CONTO EROTICO PART 1


Episódio 1 - O volume na sunga do meu pai

A historia que vou contar aconteceu quando tinha 21 anos.
Todo verão, minha família acampava em uma praia próxima a minha cidade. A praia era deserta, com muitas pedras e furnas, muito bonita.
Meu pai sempre levava alguns amigos para pescar. Na época, meu pai tinha 42 anos, sarado, coxas grossas e ombros largos, pelos ralo, barba grossa e por fazer. 

Tinha duas entradas ao lado do abdome que davam inveja a qualquer cara de academia.
Eu treinava em academia e era bem sarado também, meu corpo era parecido com do meu pai porém era um pouco maior.
Sempre admirei o corpo do meu pai e desde pequeno gostaria de ficar igual a ele.
Mas ha uns 2 anos comecei a olhar diferente para meu pai. A admiração começou a me atormentar, pois ficava excitado em olhar de cueca ou sunga. 
Não queria sentir isso. Achava que o correto é sentir amor pelo pai e não tesão. 
Tentava de todas as formas me concentrar em algo diferente quando via meu pai na praia principalmente.
Bom, um belo dia de praia, meu pai me convidou para ir arrastar rede na praia com os 2 outros amigos dele. Disse que em 4 pessoas seria mais fácil arrastar e pegar mais peixes.
Eu topei inconsciente assim que vi os 3 de sunga. 
Eu estava de sunga azul clara, meu pai estava de sunga vermelha e os outros 2 de sunga preta.
Meu pai tinha um volume muito grande na sunga no qual seu paumarcava e ia para o lado. 
O meu pau também fica marcando e as vezes fico com vergonha pois fica muito evidente e as pessoas reparavam assustados.
Fomos para a praia com a rede enrolada em um saco grande. 
Os 2 amigos dele levaram e eu e meu pai ficamos andando na frente. 
Riamos e falávamos sobre putarias e tudo mais.
Conforme meu pai andava, o volume na sunga balançava e eu não conseguia tirar os olhos.
Ele começou a perceber que eu estava olhando e até olhou para seu próprio volume para ver se tinha algo de errado na sunga. 
Ele viu que não tinha nada e continuou a conversar conosco.
Os amigos do meu pai tinham um rabo muito gostoso, que marcava na sunga e entrava no rego. 
Era meio apertadinha e marcava o pau tb mas com menor proporção do meu pai.
Então paramos e começamos a arrumar a rede para entrar no mar.
Meu pai notava que eu puxava a rede de olho no seu volume. 
Meu pau começou a ficar meia-bomba e ele percebeu e olhou meio assustado. 
Depois fez que não era nada e continuou a puxar e esticar a rede.
Não consegui controlar e os amigos do meu pai logo perceberam do meu volume na sunga, tentei disfarçar, mas não tinha nada para cobrir. 
Então fiz que não fosse nada e continuei com eles.
O assunto começou a ficar menos freqüente, pois eles não conseguiam falar e olhar para mim com aquele volume todo. 
Tenho 20cm de pau e grosso, então, qualquer reação já faz um volume na sunga.
Chegou a hora de entrar na água com a rede. Entrou eu e meu pai de um lado e os outros 2 do outro lado da rede para puxar mar adentro.
O mar estava "puxando" muito e tínhamos que fazer muita forca para conseguir segura-la.
Pedi para meu pai me ajudar pois não estava conseguindo segurar sozinho.
Ele veio e ficou do meu lado. Sua coxa começou a roçar na minha e meu pau ja estava duraço dentro da água. Ele não via e continuava a puxar a rede.
Meu pau estava apontado para o lado dele e logo começou a encostar ao lado da sunga do meu pai. 
Isso me dava mais tesao ainda. Eu estava confuso pois nao queria sentir aquilo pelo meu pai.
O mar recuou e tivemos que fazer mais forca, nessa hora ele foi para frente de mim e encostei todo o meu pau em um lado da bunda dele.
Naquele momento eu queria que o mar continuassem a puxar a rede para não sair daquela posição. 
A bunda dele roçava na minha vara e eu não podia acreditar que estava excitado pelo meu pai.
O mar parou de recuar e voltamos ao normal, um ao lado do outro segurando a rede.
Ficamos ali segurando esperando para que os peixes ficassem na rede.
O mar logo recuou de novo. Dessa vez meu pai foi para trás de mim e segurou forte a rede. 
Senti todo o pau meio mole encostando no meu rabo. Ele fazia forca e dizia "Agüenta a rede, forte". Meu tesao estava fora de controle, aquele abdome sarado encostava-se às minhas costas e eu sentia todo o seu peito bem como sua pica no meu rabo. Então o mar voltou e paramos de nos encostar...
Ficamos um pouco no mar depois saímos puxando a rede para fora.
Meu pau estava duro e não consegui deixá-lo mole. Meu pai estava com o paumeia-bomba. O volume era impressionande e ipnotizante... Não consegui deixar de admirar aquilo.
Retiramos os  peixes da rede e colocamos no balde para levar.  
 Pegamos poucos, pois não era uma época boa. Mas na verdade queríamos ter a aventura de pescar na praia.
Os amigos do meu pai ficaram constrangidos ao olhar meu pau com todo aquele volume, mas logo foram se acostumando.
De tardezinha, nos reunimos para comer os peixes assados e beber cerveja e conhaque. 
As mulheres foram para a barraca fofocar e nos ficamos ao redor de uma fogueira comendo e bebendo.
Estávamos todos de sunga ainda. E lembrar daquele cena estava me deixando louco de novo.
Meu pai conversava em pé, ria e passava a mao em seu abdômem.  Dava umas arrumadas no pau tambem.
Ele bebia conhaque e as vezes deixava cair um pouco na sunga. 
Eu fiquei sentado na cadeira pois meu pau estava num estado gigantesco. Eles falavam das fodas que faziam quando eram mais novos e riam.
Então, chegando certa hora da noite, os amigos do meu pai falaram que iriam para as suas respectivas barracas dormir e pediram que eu levasse meu pai pois já estava meio tonto.
A fogueira foi apagada e eu leve meu pai até a barraca da minha mãe. 
Eu abracei meu pai para levá-lo e meu pau duraço encostava ao lado da sua sunga vermelha, bem próximo do pau dele. Estava babando a minha sunga de tanto tesao.
Chegando na barraca, minha mãe disse que não iria dormir com ele com aquele bafo de conhaque e que se ele quisesse, dormiria na minha barraca. 
Eu concordei, obvio, e levei até minha barraca.
Ele se ajeitou no colchão e eu deitei do lado. Deixei o liquinho(luz) ligado, pois queria ficar admirando aquele corpo todo ao meu lado. Aquele volume na sunga me deixava mais louco ainda, não conseguia dormir. 
Então, depois de 1 hora +/- ele me puxou e me abraçou, já dormindo. Meu paucomeçou a encostar no volume da sunga dele. Comecei a mexer meu pau no dele bem de leve para que não percebesse.
Segurei na sua cintura, de lado, um de frente para o outro e minha cabeça no seu peito, bem próximo ao seu mamilo durinho. 
Senti aquele cheiro de homem. Seu suor cheirava gostoso. Comecei a babar na sunga. E seu pau começou a endurecer do lado do meu.
Sua rola começou a crescer para o lado e o volume era tão grande quanto o meu. Resolvi descer minha mao e passar bem de leve no seu pau, por cima da sunga.Nao consegui me controlar.
Era uma pica grossa e macia. Começou a molhar a sunga e eu fazia movimentos suaves em seu pau. 
Me gelou quando me dei conta que ele podia estar vendo até que ponto eu poderia chegar.
Mas logo percebi que ele estava tonto e nem mexia direito. Respirava fundo.
Resolvi tirar seu pau por baixo da sunga lentamente.
Olhei aquele rola cabeçuda, do tamanho da minha, grossa e cheio de veias. Toda babada.
Tirei meu pau por baixo da sunga também e comecei a tocar uma para nos dois suavemente na mesma mao. Mal cabia os 2 paus em minha mao. Ele babava em mim e eu nele.
Olhei para a cara dele e ele estava com a feição de que estava relaxando com aquilo.
Seu corpor estava ficando arrepiado e as vezes ele resmungava como se estivesse sonhando.
De repente, um jato de porra disparou em mim me lavando todo. Uma porra espessa, branca, com cheiro forte. Passei a mao no meu abdomem e peguei um pouco de sua porra e levei ao nariz para sentir melhor o cheiro. Nao resisti e comecei a lamber.
Eu não me agüentei e gosei nele. Estava com tanto tesao que lavei sua sunga de porra. 
Apontei o jato de porra para seu abdomem e sunga. 
Peguei mais porra no meu abdômen e lambi para sentir o gosto. Era um gosto salgado e gostoso.
Arrumei seu pau e deixei ele como estava. Deitei para o lado e dormi.
No outro dia quando acordei, ele já estava na praia tomando banho com a mesma sunga.
Senti aquele cheiro de porra na minha barraca e lembrei-me do ocorrido. Meu deu um tesao novamente e nao pude evitar a vontade de querer mais.
Sai da barraca e fui tomar café. Depois de um tempo, meu pai e amigos vieram todo molhados para a mesa que instalamos ao centro de todas as barracas.
A sunga do meu pai estava molhada e seu volume marcava muito. 
Seu pau parecia estar meia-bomba. Não conseguir parar de olhar aquilo
Ele me tratava como se nada tivesse acontecido e fiquei mais relaxado.
Eu estava sentado e seu pau ficava na altura da minha boca enquanto ele conversava com os amigos e tomava uma xícara de café. 
Comecei a ficar de pau duro ao sentir o cheiro de porra que saia da sunga dele. Tinha uma mancha esbranquiçada em sua sunga, bem perto do volumao. Também dava para perceber que nos pelos ralos do seu abdômen estavam com um pouco da minha porra ainda, grudada.
Eu estava louco para colocar aquele pau todo na minha boca e sentir seu jato quente.
Fiquei olhando para o pau dele e um dos amigos disse: "O bixo tá fissurado, hahahah" 
Meu pai riu e olhou para o meu pau e disse, "é é...temos que apresentar aquela casa de show pra ele com aquelas gatas".
Eu ri também para não ficar sem graça. 
E o pau do meu pai começou a ficar duro. Os dois amigos saíram e meu pai ficou comigo, em pé, na minha frente tomando café.Seu pau tomara forma para o lado. Ele olhou ao redor e viu que estavamos sozinhos.
Ele disfarcou e arrumou seu pau na sunga. Ele viu que percebi seu volume..
Nessa altura, meu pau já estava todo babado e ele disse: "Hoje você vai tomar um conhaque comigo, não tem desculpa!".
Eu sou fraco para bebidas fortes, mas mesmo assim aceitei.
Depois de um dia de praia com muita brincadeira, futebol e jacarezinhos no mar, chegou a tao esperada hora de se reunir na fogueira de tardezinha para comer e beber.
 Meu pai encheu meu copo de cohaque e os amigos ficaram na cerveja. Dei um primeiro gole e resolvi ficar fingindo que estava bebendo.
Eu queria na verdade era estar bem acordado para repetir tudo aquilo com meu pai na barraca.
Ele começou a beber a aos poucos ia jogando cada vez mais conversa fora. Sorria a toa. 
Coçava seu abdômen e às vezes apertava seu pau na sunga. A luz da fogueira desenhava toda a sua vara naquela sunga vermelha e com manchas esbranquiçadas da minha porra da noite anterior.
Os amigos do meu pai riam do estado que ele se encontrava. Suas bundinhas, marcando na sunga, me deixavam louco também. Peguei meu pai olhando diversas vezes para a bunda deles.
Meu pau estava quase duro e melado na sunga. Era perceptível. O cheiro de porra e macho se misturava entre nós. Meu pai, às vezes, parava os olhos na minha vara e depois olhava para o outro lado para disfarçar.
Eu já nem disfarçava. Olhava mesmo o rabo deles e volume na sunga. Meu pai falava de putaria, talvez para justificar seu tesao aparente na sunga.
Os amigos estavam com pau meia-bomba falando da mulher que os 3 pegaram em uma festa na época do quartel. 
Depois de alguns tragos, o pau do meu pai já latejava e babava na sunga. Ele apertava e arrumava o pau para o lado para não sair da sunga.
Então fui por trás do meu pai e abracei dizendo que ele era meu grande amigao e parceiro de todas as horas. Meu pau encostou no seu rabo durinho e dei uma roçada já que ele estava tonto. Nao ia perceber nada.
Comecei a pensar que na noite anterior ele estava fingindo que estava dormindo. Isso me deixava muito preocupado.
Ele segurou meus bracos em seu pescoço e fiquei alguns minutos rocando meupau em seu rado. Se ele mexeche um pouco mais, acho que teria gozado ali mesmo.
Passou mais 1 hora e resolvemos que já estava tarde e que se continuássemos, iríamos cair.
Cada um foi para a sua barraca e levei meu pai de novo para a minha.
Deitei meu pai de novo e desta vez o seu pau já estava molhando minha sunga. O cheiro de porra me dava tesao. O cheiro dos nossos suores era delicioso.
Ele logo dormiu(ou fez que dormiu, não sei). Eu fiquei de lado com ele, bem proximo. Comecei a  passar a mao em suas costas como se estivesse fazendo carinho. Ele estava de lado e virado de frente para mim.
Aquela vara ficava querendo cair para frente dentro da sunga. 
Eu estava com muito tesao e quanto mais proibida era a situação, mas tesao me dava. 
Passei a mao proximo ao pau e logo sua rola dava sinal de vida. 
Fiquei passando a mao em seu abdomem de leve e chegava vem proximo a cabeca do seu pau. 
Percebi uma gota molahndo a sunga.
Tirei a vara para fora de sunga e fiquei olhando bem proximo.  Resolvi me virar na posico 69 para chegar mais proximo a sua rola. Nao resisti aquela baba saindo. Aquele cheiro de sexo saindo de sua sunga.
Botei a lingua na cabeca do seu pau. Vi que ele nao fez nada e resolvi cair de boca.
Lambia ela inteira, tomava aquela baba suavemente. Curti tudo aquilo durante uns 40 minutos. Aquele pau não parava de babar e o meu também.
Meu pau ficou muito próximo a boca dele. Eu estava ainda de sunga e resolvi tirar o meu pau por baixopara encostar nele.
Meu pau encostava nos seus lábios e babava em seus labios enquanto eu engolia toda aquela vara aproveitando cada centímetro.
Comecei a forcar meu pau para dentro da boca dele e foi entrando. Ele começou a mexer a língua, acho que era por causa da salivação. Meu tesao estava nas alturas.
O pau dele comecou a inchar e já tinha sinais de que iria explodir na minha boca. 
Eu engolia cada vez mais. Então ele gozou e me encheu a boca de porra...
Eram jatos fortes e quentes. O pau pulsava e ficava cada vez mais inchado. 
Começou a escorrer pela minha boca e a sujar mais inda aquela sunga tesuda que ele estava usando. 
Pouco depois, ainda com aquele mastro na boca e bebendo aquela porra, gozei em sua boca. 
Jatos fortes também. Começou a escorrer por sua boca e ele engolia um pouco conforme os jatos pegavam na sua língua fazendo com que deglutisse automaticamente um pouco de porra.
Peguei um pano e retirei o excesso. Guardei seu pau todo melado na sunga e fui dormir.
No outro dia ele acordou e disse que tinha dormido muito bem. 
Ele notou o cheiro de porra e depois viu sua sunga manchada e meio molhada. Entao falou: "Nossa, tenho que lavar essa sunga" e eu disse: "Eu também".
Depois fomos todos para casa e sempre que ele bebe uns conhaques fico de prontidão para levar ele pra casa. Ele nunca fez nenhum questionamento. Mas creio que ele sabe e gosta. Faz de propósito já que nunca teremos coragem de falar e aceitar esse fato como pai e filho. 
Eu prefiro assim.